(Re) Habilitar
  • Divulgação: Curso de Extensão de Saúde e Enfermagem de Reabilitação

    Publicado em 09/12/2018 às 14:34


  • I Curso de Saúde e Enfermagem de Reabilitação

    Publicado em 09/12/2018 às 13:40
    Durante o segundo semestre de 2018 o grupo (Re)Habilitar organizou o I Curso de Saúde e Enfermagem de Reabilitação, reunindo alunos da graduação em enfermagem e enfermeiros do SUS para pensar sobre a reabilitação e o cuidado de enfermagem especializado no panorama mundial, nacional e regional. No curso foram abordadas as questões políticas, organizacionais, teóricas, filosóficas, sociológicas e práticas da enfermagem de reabilitação, cruzando a realidade internacional para contrapor às diferenças sociais, políticas e arquitetônicas do Brasil. O grupo ampliou as compreensões acerca do conceito de enfermagem de reabilitação, cuidado, saúde, deficiência, diversidade e sociedade. Segue abaixo um panorama exemplificado a partir das falas dos participantes sobre a evolução conceitual destes temas.
    • Qual o papel de enfermagem de reabilitação?    
    ANTES: “Potencializar o processo de adaptação de habilidades da vida diária que foram reduzidas ou perdidas por conta de um acidente ou agravo de saúde, unicamente aplicada a uma pessoa que possui alguma limitação com possibilidades de readequação.”
    DEPOIS: “Cuidado de Enfermagem de Reabilitação é muito mais que o ato de cuidar, é prover subsídios, encorajamento e, através de técnicas fundamentadas, auxiliar no processo de desenvolvimento dentro de uma nova perspectiva de vida. Fazendo com que esta nova realidade seja repleta de oportunidades que superam as limitações. O cuidado gera aprimoramento, conquista e treino com intuito de incluí-lo novamente a sociedade.”
    • Qual a diferença entre deficiência e diversidade?
    ANTES: “Deficiência é físico ou intelectual, enquanto que a diversidade é o que nos faz diferentes.”
    DEPOIS: “Deficiência é a redução ou de uma habilidade por fatores limitantes, seja ela física ou mental,  diferenciando o sujeito no padrão biológico normativo do ser humano quanto as suas funções, seja momentaneamente ou definitivamente. A deficiência é multifatorial e influenciada por fatores externos e internos, por isso, muito complexa e subjetiva. A diversidade são as diferenças ou variações pessoais dentro do viver. A diversidade é o motor da singularidade humana, por isso é importante saber que cada pessoa carrega deficiências e potencialidades que a faz diversa e única na sociedade.”
    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 7° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).

  • Dia Internacional do Deficiente Físico

    Publicado em 03/12/2018 às 12:45

    No dia 3 de dezembro é celebrado o Dia Internacional do Deficiente Físico e também das pessoas com deficiência, sejam físicas ou mentais. O Dia Nacional do Cego é celebrado no dia 13 de dezembro, simbolizando um mês para muita conscientização e ações que permitam um melhor acesso à locais, produtos e serviços.

    Algumas das conquistas:

    • Passe livre o transporte interestadual para os comprovadamente carentes;
    • Obtenção ou renovação de CNH;
    • Reserva de assentos nos transportes públicos;
    • Reserva de vagas especiais em estacionamentos públicos e privados;
    • No mínimo 5% de vagas reservadas em concursos públicos;
    • 2 a 5 % de vagas reservadas em empresas privadas;
    • Aquisição de automóvel com isenção de IPI, ICMS, IOF;
    • Matrícula nos cursos regulamentares de instituições de ensino;
    • Complemento de 25% na aposentadoria por invalidez quando o assegurado necessitar de assistência permanente;
    • Isenção de imposto de renda sobre aposentadoria, pensão e aluguéis;
    • Benefício de prestação continuada (BPC).

    Saiba mais:

    • Decreto Nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004, que regulamenta as Leis nº 10.048 e 10.098. Para acessar, clique aqui.
    • Lei Nº 10.048 de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas com deficiência, idosos, gestantes, lactantes ou pessoas acompanhadas de criança de colo. Para acessar, clique aqui.
    • Lei Nº 10.098 de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade. Para acessar, clique aqui.

     

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 7° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • Convite para o curso de Ética, Bioética e Trabalho em Saúde em Enfermagem

    Publicado em 22/11/2018 às 21:14

    De 12 à 18 de fevereiro a Prof.ª Dr.ª Luciana Bampi irá ministrar o curso “Ética, Bioética e Trabalho em Saúde e Enfermagem”. Os encontros acontecerão no período matutino (08:00 – 12:00h), no Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Catarina. O curso é gratuito, aberto a comunidade e certificado em 40 horas. As incrições são realizadas pelo link: http://inscricoes.ufsc.br/activities/3180 e possíveis dúvidas devem ser encaminhadas pelo e-mail rehabilitarufsc@gmail.com . Na agenda estão os seguintes temas:

    Conflitos éticos no cuidado a saúde – valores e deveres; Surgimento e consolidação da bioética; Ética, Bioética e Bioética Clínica; Confidencialidade e Privacidade; Éticas Deontológicas; Teoria dos Quatro Princípios; Bioética Clínica; Métodos de deliberação moral; Relação Clínica: paternalismo x autonomia – tomada de decisões; Consentimento Informado; Relação entre Profissionais de Saúde; Conflitos no inicio da vida; Vulnerabilidade; Ética do cuidado; Ética Feminista; e Conflitos no Final da Vida.

    Devido ao grande número de conflitos morais e éticos que ocorrem na assistência à saúde a proposta deste curso é capacitar os participantes da comunidade, profissionais de saúde e estudantes de graduação e pós-graduação para a análise e enfrentamento de situações conflituosas e de difícil mediação moral que emergem da prática cotidiana no campo da saúde e enfermagem.  Contamos com sua presença!

     


  • Livro: História da Enfermagem – Versões e Interpretações

    Publicado em 21/11/2018 às 00:07

    Desenvolvido a partir de dissertações para o curso e mestrado da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), História da Enfermagem – Versões e Interpretações, desde  lançamento de sua primeira edição em 1995, vem adquirindo o status de clássico, no sentido de obra consagrada, pelo lugar que ocupa como referência para os estudos da História da Enfermagem brasileira. A obra tem sustentação em bases filosóficas, análises documentais criteriosas e avaliação crítica dos fatos socioculturais, políticos e históricos discorridos de forma clara, lógica e contundente.

    Nesta quarta edição, estão presentes nos textos de Telma Geovanini, Almeida Moreira, Soraia Dornelles e Wiliam Machado questões essenciais para a compreensão e escolha de caminhos para a Enfermagem: suas origens, ideologias, formas de organização, fragilidades e potencialidades, todas sustentadas pelos aspectos sociais e históricas que lhes foram e são determinantes ou coadjuvantes. Por tudo isso hoje esta obra tornou-se um clássico obrigatório, adotada em todos os currículos de Enfermagem no Brasil.

    Para saber mais sobre o livro, envie um e-mail para: rehabilitar@contato.ufsc.br ou clique aqui.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 7° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • Defesa de Dissertação de Mestrado: Ana Carolina Zanchet Cavalli

    Publicado em 19/11/2018 às 11:50

    A defesa de dissertação de Mestrado intutulada: “Avaliação da funcionalidade a partir do Escore de Perme na UTI” de Ana Carolina Zanchet Cavalli, orientada pela Profª Drª Soraia Dornelles Schoeller ocorreu dia 13 de novembro de 2018.

    Perme Intensive Care Unit Mobility Score é uma escala utilizada na UTI para mensurar de forma objetiva, a condição de mobilidade do paciente internado. Essa escala de mobilidade apresenta um escore que varia de 0 (baixa mobilidade e alta dependência) a 32 (alta mobilidade e baixa dependência) pontos, divididos em 15 itens, agrupados em 7 categorias, sendo elas: estado mental, potenciais barreiras a mobilidade, força funcional, mobilidade no leito, transferências, dispositivos de auxílio para deambulação e medidas de resistência (KAWAGUCHI; et al, 2016).

    Referência: KAWAGUCHI, Yurika Maria Fogaça; et al. Perme Intensive Care Unit Mobility Score e ICU Mobility Scale: tradução e adaptação cultural para a língua portuguesa falada no Brasil. São Paulo: J. bras. pneumol, v 42, n 06, 2016.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 7° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • Qualificação de Mestrado: Milena Amorim Zuchetto

    Publicado em 29/10/2018 às 16:46

    Nesta segunda-feira (29) ocorreu a qualificação do Projeto de Mestrado da aluna Milena Zuchetto intitulado “Cuidado de enfermagem de reabilitação como processo emancipatório”. Este projeto tem por finalidade construir um processo de reflexão sobre o cuidado de enfermagem de reabilitação, adotando a pesquisação calcada no materialismo histórico-dialético, fundamentado na Teoria do Reconhecimento de Axell Honneth atravessada pelo Princípio da Esperança de Ernst Bloch.

    A banca de qualificação foi composta por: Cristine Moraes Roos, Dulcinéia Ghizoni Schneider, Luiz Gustavo da Cunha de Souza e Caroline Porcelis Vargas. O projeto foi orientado pela Profª Draª Soraia Dornelles Schoeller, visando a reflexão sobre o cuidado de enfermagem exercido no contexto da reabilitação em centros especializados no estado de Santa Catarina.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 7° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).

     

     


  • Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com AVC

    Publicado em 27/10/2018 às 18:19

    Nos dias 24, 25 e 26 de outubro ocorreu o I Simpósio de Acidente Vascular Cerebral organizado pelo Hospital Governador Celso Ramos. O evento foi gratuito e aberto ao público externo. O marco deste evento foi o destaque à importância do conhecimento das Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Acidente Vascular Cerebral.

    O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente o material digital. Você pode acessar o PDF clicando aqui.

    A reabilitação precoce é recomendada para as pessoas que sofreram AVC, pois objetiva-se minimizar as incapacidades, evitar possíveis sequelas e permitir que este indivíduo retorne às suas atividades anteriores ao episódio. A reabilitação busca intervir nas condições mais comuns relacionadas ao AVC, tais como a afasia, dispraxia oral e de fala, disartria, disfagia, paralisia facial, alterações visuais, fraqueza muscular, déficits de sensibilidade, limitações de atividades motoras e funcionais, limitação de atividade de vida diária, cognição e distúrbios de humor.

    A diretriz também apresenta as principais intervenções aplicadas nas complicações relacionadas ao AVC, sendo elas a espasticidade, contratura, subluxação de ombro, dor no ombro, síndrome complexa regional dolorosa tipo 1 ou distrofia simpático reflexa, edemas nas extremidades, déficit do condicionamento cardiorrespiratório, pneumonia aspirativa, trombose venosa profunda, fadiga, úlceras por pressão e quedas.

    Referência: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Diretrizes de atenção à reabilitação da pessoa com acidente vascular cerebral. Brasília: Ministério da Saúde, 2013.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 7° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • Aniversário da Profª Drª Soraia Dornelles Schoeller

    Publicado em 25/10/2018 às 19:58

    Nesta quinta-feira (25), foi organizado pelo grupo (Re) Habilitar uma festa surpresa para a Profª Drª Soraia Dornelles Schoeller.

    Que além dos aniversários e através do sempre, você seja muito feliz. Parabéns!

    Aproveitamos o momento para celebrar e também definir nosso planejamento para 2019. Em breve, novas informações!

    Os deliciosos aperitivos saudáveis foram disponibilizados pelo Sabor das Cores.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 7° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • Inspiração: Florence Nightingale

    Publicado em 24/10/2018 às 00:45

    O estilo revolucionário de Florence Nightingale durante a guerra da Criméia foi fundamental na lapidação do que se entendia por enfermagem. Em seus escritos, o cuidado focado na reabilitação dos feridos em guerra era evidenciado por suas intervenções, pois em 1859, já compreendia a influência do ambiente físico, social, fatores psicológicos na reinserção do ferido na sociedade. O sucesso da recuperação do enfermo se dava pela garantia de ar puro, claridade, aquecimento, silêncio, limpeza do ambiente, pontualidade da equipe, higiene da pele, roupas de cama limpas e assistência na oferta da dieta. Durante a guerra, suas ações reduziram a taxa de mortalidade de 42% para 2%. A comprovação de sua eficiência rendeu a designação de “Dama da Lâmpada”. Sua atuação na guerra também contribuiu em três áreas da medicina contemporânea: o controle de infecção hospitalar, a epidemiologia e os cuidados paliativos¹.

    O que podemos aprender com Florence Nightingale?

    • A importância do registro: mesmo sendo uma das responsabilidades e deveres do enfermeiro, previstos no Art. 25 do Código de Ética de Enfermagem (registrar no prontuário do paciente as informações inerentes e indispensáveis ao processo de cuidar), registrar ainda é um ato falho. O registro de enfermagem possibilita ao enfermeiro a comprovação da prestação de sua assistência, respaldo perante a lei, contribui para a segurança do paciente, permite a coleta de informações em pesquisas científicas e auxilia o trabalho de auditoria e faturamento. Registre!
    • Sede de conhecimento: Florence, além de enfermeira, possuía conhecimento nas áreas de matemática, estatística, latim, grego, línguas modernas e artes. Apesar da origem nobre, Florence vivia em uma época onde a informação não era acessível a todas as pessoas e não existia internet. Mesmo com um celular em mãos e a capacidade de acessar todo e qualquer tipo de conteúdo, nos limitamos à futilidades cotidianas. Otimize seu tempo!
    • O ser humano é singular, integral, indivisível e insubstituível: os princípios da reabilitação permitem ao indivíduo, por meio de uma assistência individualizada, a implementação de cuidados que incluem a família para a readaptação de uma nova realidade, buscando como meta, a máxima independência e a possibilidade de gerar autocuidado². Florence acreditava que o objetivo da enfermagem é propiciar ao ser humano as melhores condições, inclusive do meio ambiente, a fim de que o “poder vital” possa ser potencializado para um viver saudável¹.

    Referências Bibliográficas:

    ¹ SILVA, José Vitor da; BRAGA, Cristiane Giffoni. Teorias de Enfermagem. São Paulo: Iátria, 2011.
    ² FARO, Ana Cristina Mancussi. Enfermagem em Reabilitação: ampliando os horizontes, legitimando o saber. São Paulo: Rev Esc Enferm USP, v 40, n 1, 2006.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 7° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).