(Re) Habilitar
  • Oficina Um Dia Diferente

    Publicado em 03/06/2019 às 12:35

    O grupo Rehabilitar convida para essa edição especial da oficina “Um Dia Diferente” que uma será parceria entre o projeto Desafios de Acessibilidade no Campus Universitário e o projeto Compartilhando Ações de Inclusão no CCS.

    Contamos com sua presença! Faça já sua inscrição pelo link:

    https://docs.google.com/forms/d/15z4KRP94Gpiwn2Sq1RhLvsaLJTSVrClxmFxpdqzBing/viewform?edit_requested=true

     


  • IV Seminário Internacional de Atualidades de Enfermagem em Reabilitação (SIAER)

    Publicado em 17/05/2019 às 15:24

    Inscrições abertas!
    Para inscrever-se clique aqui:
    https://fap6.fapeu.org.br/scripts/fapeufap.pl/swfwfap474


    SOBRE O EVENTO:

    IV Seminário Internacional de Atualidades em Enfermagem de Reabilitação (IV SIAER) acontecerá em Florianópolis, nos dias 31 e outubro e 01 de novembro de 2019. Ele é  um dos resultados do projeto de pesquisa “PESSOA COM DEFICIÊNCIA EM SANTA CATARINA: REALIDADE E DESAFIOS“, articulado entre 04 grupos de pesquisa (NUCRON, PRAXIS, GESPI e GEHCE), o PRONEX, realizado a partir de financiamento CNPQ/FAPESC entre 2012 e 2016.

    Eventos Anteriores

    • I SIAER aconteceu em Florianópolis, no ano de 2015, com a temática “Autonomia, Independência e Cuidado“, coordenado pela Professora Maria Itayra Padilha.
    • II SIAER, com a temática “Enfermagem de Reabilitação na cronicidade” aconteceu em Viseu, Portugal, com o apoio da Associação Portuguesa de Enfermagem de Reabilitação.
    • III SIAER, “Autonomia, tecnologias e participação” foi coordenado pela Professora Dra. Fabiana Faleiros, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto – USP, e aconteceu entre os dias 09 e 10 de novembro de 2017.
    • IV SIAER, com a temática “Enfermagem de Reabilitação: Contribuições para o bem viver na diversidade” volta a acontecer na UFSC, sob a coordenação do ReHabilitar, na nossa Universidade.


  • Programação: Semana da Enfermagem UFSC

    Publicado em 29/03/2019 às 01:21

    Nos dias 16 e 17 de maio de 2019 o grupo (Re) Habilitar irá debater a Promoção do Reconhecimento da Enfermagem de Reabilitação no Estado de Santa Catarina. O local será no auditório da pós-graduação do Centro de Ciências da Saúde – UFSC. O evento será gratuito com inscrições pelo e-mail: rehabilitarufsc@gmail.com . Confira a programação abaixo:



  • Judô Paraolímpico e Especial

    Publicado em 24/02/2019 às 14:02

    Sob a premissa de criar um esporte que pudesse ser praticado por todos e que, ao mesmo tempo, fosse desafiante e competitivo, em 1882, Jigoro Kano criou uma arte marcial voltada ao treinamento físico, moral e social. O Judô foi disseminado na cultura japonesa e foi introduzido ao currículo escolar em 1911 (MIARKA; et al, 2011). O Judô é baseado em um Código Moral baseado em oito princípios:  cortesia, coragem, honestidade, honra, modéstia, respeito, autocontrole e amizade. No Brasil o esporte foi disseminado pela imigração Japonesa e somente entre 1920 e 1930, que a prática do Judô foi organizada como esporte e arte marcial. A Confederação Brasileira de Judô, fundada em 18 de março de 1969, foi consagrada em 1972 com a primeira medalha olímpica em Munique. Saiba mais clicando aqui.

    Judô Paraolímpico

    Foi o primeiro esporte de origem asiática a ingressar no programa paraolímpico, em Seul (1988), onde só participaram atletas cegos. O Brasil estreou com três medalhas de bronzes, pelos atletas: Jaime de Oliveira (60 kg), Júlio Silva (65 kg) e Leonel Cunha (+95 kg). A primeira participação de mulheres foi no ano de 2004 em Atenas (HARNISCH, 2016), com bronze para o Brasil por Daniele Silva (57 kg) e prata por Karla Cardoso (48 kg). O atleta mais condecorado é Antônio Tenório da Silva, com ouro em: Atlanta (1996), Sidney (2000), Atenas (2004) e Pequim (2008). No total o Brasil possui 18 medalhas na modalidade paralímpica, sendo 4 ouros, 5 pratas e 9 bronzes.

    Classificação de categorias:

    B1Cego total: de nenhuma percepção em ambos os olhos até a percepção de luz com incapacidade de reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância ou direção.
    B2Lutadores que têm a percepção de vultos, com capacidade em reconhecer a forma de uma mão até a acuidade visual de 2/60 ou campo visual inferior a cinco graus.
    B3Lutadores conseguem definir imagens. Acuidade visual de 2/60 a 6/60 ou campo visual entre cinco e 20 graus.

    Conheça o site da Confederação Brasileira de Judô clicando aqui.

    Judo Especial

    O vídeo de Breno Viola ganhou as redes sociais. Breno foi o primeiro judoca com Síndrome de Down a conquistar a faixa preta nas américas e hoje é terceiro dan. É pioneiro no esporte sendo o primeiro a conquistar uma medalha em competição internacional e  primeiro a conseguir uma medalha na Special Olympics. Em 2014 foi homenageado pela Federação de Judô do Estado do Rio de Janeiro com um campeonato e título com seu nome: Troféu Breno Viola, na 1ª Etapa do Estado de Judô para todos. Acesse a notícia clicando aqui.

    Síndrome de Down

    Síndrome de Down ou Trissomia 21 é uma doença genética, gerada a partir de um erro na distribuição dos cromossomos nas células, adicionando um cromossomo a mais ao par 21 (maior ocorrência). Com incidência de 1:800 nascidos vivos, esta doença acompanha o indivíduo desde a sua formação intrauterina e o acompanha até o fim da vida. Ao nascer, já é possível identificar alterações globais do processo de desenvolvimento, pois o SNC (Sistema Nervoso Central) não está totalmente formado, ocasionando em atrasos no desenvolvimento motor, dificultando atividades iniciais básicas, como sentar, engatinhar e andar. Porém, com a habilitação adequada, o indivíduo consegue se adaptar ao meio que se vive (HASEGAWA; et al, 2018). O Ministério da Saúde lançou em 2013 a cartilha: Cuidados de Saúde às Pessoas com Síndrome de Down. Você pode acessá-la, clicando aqui.

    Special Olympics

    A Special Olympics é uma organização internacional fundada pela professora em educação física Anne McGlone Burke, com a missão de apoiar atletas com deficiências intelectuais. A primeira edição ocorreu em 1968, em Chicago, onde mais de mil atletas americanos e canadenses competiram em diversas modalidades. Hoje são mais de 30 categorias, incluindo o Judô, triátlon, levantamento de peso e diversos esportes radicais e de quadra. Em 2019, a Special Olympics ocorrerá em Dubai, entre os dias 14 e 21 de março. Conheça mais, clicando aqui.

    Referências:

    HARNISCH, Gabriela Simone et al. O Ensino do Judô de forma inclusiva no Brasil. Journal Of Research In Special Educational Needs, [s.l.], v. 16, p.757-761, ago. 2016. Wiley. http://dx.doi.org/10.1111/1471-3802.12213. Disponível em: <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/1471-3802.12213>. Acesso em: 24 fev. 2019.

    HASEGAWA, Juliana et al. Atuação do fisioterapeuta no desenvolvimento da criança com síndrome de down: uma revisão bibliográfica. Ciência Atual, Rio de Janeiro, v. 11, n. 1, p.02-14, 2018. Disponível em: <www.cnad.edu.br/revista-ciencia-atual/index.php/cafsj/article/view/241/pdf>. Acesso em: 24 fev. 2019.

    MIARKA, Bianca et al. Paraolimpismo, Judô adaptado e suas precondições de convivência. Hórus, São Paulo, v. 6, n. 1, p.225-234, 2011. Disponível em: <http://revistapuca.estacio.br/index.php/revistahorus/article/viewFile/4134/1925>. Acesso em: 24 fev. 2019.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 8° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • Palestra: Neurofisioanatomia, por Milena Zuchetto

    Publicado em 22/02/2019 às 01:11

    “Sem neura”, mas já pensou em passar uma tarde discutindo sobre histologia, anatomia, fisiologia do sistema nervoso e participar de debates acerca de protocolos e atualidades no atendimento ao AVC? Neste dia 20 de fevereiro de 2019, ocorreu mais uma edição da palestra de Neurofisioanatomia, ministrada pela enfermeira Milena Zuchetto.

    Aliás, você sabia que nós nascemos com 100 bilhões de neurônios? E que quando adultos, temos apenas 85 milhões? Você sabia também que a lenda do neurônio não se regenerar é um mito? Ou que o nosso cérebro consome 50% do oxigênio que respiramos e é formado por 75% de água?

    Milena Amorim Zuchetto é Enfermeira graduada pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mestranda do Programa de Pós-graduação em Enfermagem da UFSC e Especialista em Neurologia Clínica e Intensiva pelo Programa de Pós-graduação do Hospital Israelita Albert Einstein.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 8° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • Curso de Verão: Ética, Bioética e Trabalho na Área da Saúde e Enfermagem

    Publicado em 19/02/2019 às 15:53

    Entre os dias 12 e 18 de fevereiro de 2019, foi ministrado pela Professora Luciana Neves da Silva Bampi o curso de verão de Ética, Bioética e Trabalho na Área da Saúde e Enfermagem. Com duração de 40 horas, o curso teórico-prático apresentou teorias éticas e bioéticas capazes de fornecer ferramentas para o enfrentamento dos conflitos morais vivenciados na prática cotidiana no campo da saúde; sensibilizou os participantes para as delicadas questões éticas subjacentes ao processo de atenção à saúde e ampliou o cenário de análise de situações conflituosas e que são alvo de deliberação moral e técnica no campo da saúde e da enfermagem.

    A Professora Luciana Neves da Silva Bampi possui graduação em Enfermagem e Obstetrícia pela Universidade Federal do Rio Grande, mestrado e doutorado em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília. Realizou estágio Pós-doutoral na Universidade Complutense de Madrid. É professora adjunta do Departamento de Enfermagem e orientador do Programa de Pós-graduação em Enfermagem da Universidade de Brasília. Está em exercício provisório no Departamento de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina. É pesquisadora com experiência na área de enfermagem, com ênfase bioética, bioética clínica, ética em pesquisa, qualidade de vida, deficiência e reabilitação.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 8° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • Grupo (Re) Habilitar é recebido pelo CER II Blumenau (FURB)

    Publicado em 18/02/2019 às 22:47

     


    Em 18/02/2019 o Grupo (Re) Habilitar foi recebido pelo CER II (Centro Especializado em Reabilitação II), localizado na Universidade Regional de Blumenau (FURB). O objetivo foi a apresentação dos docentes e discentes envolvidos e seus respectivos portfólios de pesquisa e extensão.

    A Professora Soraia Dornelles Schoeller relatou suas experiências obtidas no Pós-Doutorado, realizado em Portugal, sobre o panorama internacional da Enfermagem de Reabilitação.

    Na sequência, a Mestranda Milena Amorim Zuchetto, Especialista em Neurologia Clínica e Intensiva, conceituou o tema Esperança e apresentou seus resultados obtidos no TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Os presentes puderam compreender a importância do profissional como agenciador de esperança no processo de saúde-doença.

    O CER II disponibiliza o atendimento multiprofissional para mais de 400 pessoas com deficiência física e/ou intelectual por mês das regiões de Apiúna, Ascurra, Benedito Novo, Blumenau, Botuverá, Brusque, Doutor Pedrinho, Gaspar, Guabiruba, Indaial, Pomerode, Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó. Para saber como chegar no CER II, clique aqui.

    Para acessar a página do CER II no Facebook, clique aqui.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 8° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • Reabilitação no Alzheimer: perguntas e respostas

    Publicado em 10/01/2019 às 19:08

     

    Imagem: http://189.45.37.67/images/201805290900020.jpg

    Este artigo objetiva apresentar de forma clara e concisa, as principais dúvidas a respeito do Alzheimer e o processo de reabilitação. As respostas são trechos retirados dos artigos científicos que você poderá conferir na íntegra no final da página.

    O que é psicoterapia e quais os benefícios para o indivíduo diagnosticado com Alzheimer e seus familiares?

    A psicoterapia é um processo que envolve um conjunto de conhecimentos técnicos e métodos utilizado pelo profissional psicólogo para intervir nos sofrimentos psíquicos. Por meio da psicoterapia há o acolhimento do sofrimento, medos e anseios, o auxílio na compreensão do novo contexto que virá e, os processos reabilitatórios, contribuirão na tentativa de retardar o processo neurodegenerativo e otimizar os processos cognitivos que ainda estão preservados e, consequentemente, proporcionar uma melhor qualidade de vida para o paciente¹.

    Qual a importância da psicoterapia e da reabilitação neuropsicológica?

    Ambas são consideradas novas possibilidades de tratamento capazes de proporcionar novas respostas ao tratamento medicamentoso, que é fundamental para o tratamento da doença. Recomenda-se, inclusive, ainda na fase inicial, que as sessões tenham uma maior frequência. Dessa forma, estimula-se para que o paciente não se esqueça do profissional e para que o laço terapêutico seja estabelecido¹.

    Qual a diferença entre reabilitação neuropsicológica e reabilitação cognitiva?

    A reabilitação neuropsicológica, além de tratar as disfunções relacionadas à cognição, também oferece métodos de tratamento para as alterações comportamentais e emocionais. Já a reabilitação cognitiva auxilia os pacientes, familiares e cuidadores na convivência e no manejo dos déficits cognitivos resultantes de lesões cerebrais, com foco principal na otimização dos recursos cognitivos através de treinos.

    No processo de degeneração cerebral, a memória de curto prazo apresenta-se de forma desorganizada e desconexa. Que tipo de exercício poderá ser realizado pelos familiares e profissionais?

    Este tipo de memória só apresentará melhores resultados através de exercícios diários e, um desses exercícios consiste em contar alguma história previamente ensaiada e pedir ao paciente que a reconte. Contudo, deve-se atentar às informações passadas durante o conto e verificar a compreensão exata do idoso, bem como corrigi-lo caso hajam erros no relato da história¹.

    Como a musicoterapia pode melhorar a qualidade de vida no Alzheimer?

    Através de benefícios no desenvolvimento motor e cognitivo, além da motivação da expressão de sentimentos e do estímulo ao indivíduo para refletir sobre sua história de vida. A música pode proporcionar conforto, estímulo à memória, entretenimento e auxiliar na criatividade. No Alzheimer, auxilia na preservação da identidade e no estímulo de aspectos cognitivos¹.

    No momento de crise do indivíduo com Alzheimer, o que fazer?

    Evitar ao máximo o confronto com ele. Quando houver divergências entre os cuidadores ou familiares e o paciente, deve-se oferecer alternativas de novos estímulos ou novas atividades que sejam do interesse do idoso, de modo que permita que os cuidados necessários sejam prestados adequadamente pelo familiar ou pelo cuidador¹.

    Na fase final do Alzheimer em que o indivíduo fica restrito ao leito (ou cama), por que os familiares e profissionais devem se atentar à mudança de decúbito?

    Porque o indivíduo permanece por longos períodos em posição fetal e, em função disso, podem surgir úlceras de decúbito* por todo o corpo devido à compressão dos músculos¹.

    *A terminologia “úlcera de decúbito” foi substituída por “lesão por pressão” desde 13 de abril de 2016 pela National Pressure Ulcer Advisory Panel – NPUAP. A Lesão por pressão resulta da pressão intensa e/ou prolongada e de cisalhamento na interface osso-músculo (Parecer SOBEST 01/2018).

    Para saber mais sobre lesões por pressão, clique aqui.

    Qual o objetivo da reabilitação motora no Alzheimer?

    Evitar deformidades e encurtamentos musculares, melhorando a qualidade de vida do indivíduo, auxiliando no aumento de sua independência, mantendo-o mais ativo e com um desempenho motor melhorado, já que a manutenção da capacidade funcional é o mais importante, pois qualquer alteração implicará em importantes consequências na qualidade de vida do indivíduo com Alzheimer².

    Quais tipos de exercícios poderão ser aplicados em uma pessoa com Alzheimer?

    Treinos de alongamentos, exercícios isotônicos, isométricos e/ou isocinéticos e exercícios aeróbicos são relevantes e direcionados para as disfunções osteoarticulares e para os padrões de funcionamento cardiorrespiratório, uma vez que o indivíduo com Alzheimer acaba ocorrendo a diminuição progressiva da capacidade funcional da fala, da respiração, da expansão torácica e da função venosa².

    Como o exercício físico impacta na vida da pessoa com Alzheimer?

    Resulta em efeitos positivos na cognição, minimizando os riscos de incapacidade associados a distúrbios comportamentais, de sono e humor, além de melhorar a função motora e reduzir a chance de comportamentos, de sono e humor, além de melhorar a função motora e reduzir a chance de comportamentos agressivos. O psicológico do indivíduo também melhora, pois evita o retraimento do paciente, que continua a executar as atividades do seu cotidiano normalmente, sem auxílio de alguém. Assim a prática de 150 minutos por semana, de atividade física, pode atenuar a atrofia cerebral reduzindo os sintomas neuropsiquiátricos. Além disso, o ganho de massa e força muscular é fundamental para o idoso com Alzheimer².

    Qual deverá ser a frequência das sessões de reabilitação?

    Deverão ocorrer de forma regular e repetidas vezes, de modo que impeça o esquecimento das tarefas, do laço estabelecido entre o profissional e o paciente e, o mais importante, que impeça o agrave das habilidades cognitivas ainda preservadas¹.

    Referências

    ¹ SILVA, Lorena Batista; SOUZA, Mayra Fernanda Silva de. OS TRANSTORNOS NEUROPSICOLÓGICOS E COGNITIVOS DA DOENÇA DE ALZHEIMER: A PSICOTERAPIA E A REABILITAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA COMO TRATAMENTOS ALTERNATIVOS. Revista da Graduação em Psicologia da Puc Minas, Belo Horizonte, v. 3, n. 5, p.466-484, 2018. Semestral. Disponível em: http://periodicos.pucminas.br/index.php/pretextos/article/view/15987. Acesso em: 10 jan. 2019.

    ² PINTO NETO, Ana Luíza Lírio; PORTELA, Thais Martins; HANSEN, Dinara. ESTRATÉGIAS FISIOTERAPÊUTICAS PARA O CONTROLE DA DOENÇA DE ALZHEIMER: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DE LITERATURA. Rev Int: Revista Interdisciplinar de Ensino, Pesquisa e Extensão, Cruz Alta, v. 6, n. 1, p.96-108, 2018. Anual. Disponível em: http://www.revistaeletronica.unicruz.edu.br/index.php/eletronica/article/viewFile/7406/pdf_188. Acesso em: 10 jan. 2019.

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 8° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • Revitalização da Sala de Estudos

    Publicado em 08/01/2019 às 01:09

    Para começar 2019 com o pé direito e muita inspiração, a sala da Professora Soraia Dornelles Schoeller, compartilhada com o (Re) Habilitar, passou por uma revitalização. O objetivo era “dar uma cor” e mesclar o tom de cor da parede com a natureza ao fundo. Participaram da reforma a Mestranda Milena Zuchetto, o Engenheiro Vitor Amorim, o Acadêmico Ramon Pedroso, com apoio do convidado Alison e também auxílio do Acadêmico Lucas Antunes.

    O verde é cor da natureza viva. Está associada ao crescimento, à renovação e à plenitude. O verde acalma e traz equilíbrio ao corpo e ao espírito. O seu uso em momentos de depressão e tristeza pode ser reconfortante e estimulante (Fonte: Significados). Representa as energias da natureza, da vida, esperança e perseverança. Místicos acreditam que facilita a comunicação com as plantas e os devas da natureza. Simboliza a renovação, fertilidade, crescimento e saúde (Fonte: Significado das cores).

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 8° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).


  • “Zé” Raul Schoeller concede entrevista ao Grupo (Re) Habilitar

    Publicado em 04/01/2019 às 18:33

    O atleta paralímpico José Raul Schoeller Guenther (à direita), recém homenageado com o Prêmio Paralímpico 2018 na categoria Rugby CR, concedeu uma entrevista exclusiva ao Grupo (Re) Habilitar, laboratório de pesquisa ensino e tecnologia sobre saúde, enfermagem e reabilitação. Confira:

    Que mensagem você daria para alguém que está em processo de habilitação e reabilitação que ainda não pratica um esporte?

    “Então, eu acho que o esporte me ajudou muito na minha reabilitação, uma porque eu comecei a ter mais força física para conseguir realizar as atividades de vida diária (AVD), outra porque eu vi muita gente com lesão mais severa do que a minha fazendo mais coisas sozinhos do que eu faço, e isso me motivou muito a ter a minha independência. A reabilitação é fundamental para o esporte, e acho que, unir as duas coisas só vai ajudar todo mundo, porque o esporte precisa de mais participantes para crescer e os novos lesionados podem ter uma melhor reabilitação com o esporte.”

    Para conhecer o esporte mais indicado para você ou seu paciente, clique aqui.

    Qual país hoje oferece a melhor estrutura para o atleta de Rugby CR? O que eles fazem de diferente do Brasil?

    “Eu não sei te dizer qual o país que oferece maior suporte. Identifico quais são os melhores times do mundo e acredito que isso se resulte do suporte que recebem. A Austrália tem um investimento muito grande no Rugby, apesar de saber que investem muito na parte de tecnologia, não sei como funciona lá.”

    Caso eu queira ser um patrocinador, em qual canal de comunicação eu encontro vocês?

    “Podem entrar em contato com a gente pelas nossas redes sociais. Temos todas elas e todas elas respondemos rapidamente, até pra quem quiser conhecer nosso trabalho.”

    Instagram: @gigantes_rugby

    Facebook: https://pt-br.facebook.com/gigantesrugbycr/

    Website: http://aecsgigantes.wixsite.com/gigantes

    Por: Ramon Carlos Pedroso de Morais, acadêmico do 8° período de Enfermagem da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); membro do Grupo (Re) Habilitar; diretor administrativo e financeiro da LAENP (Liga Acadêmica de Enfermagem Neonatal e Pediátrica); voluntário na ACAM (Associação Catarinense de Assistência ao Mucoviscidótico – Fibrose Cística).